// o que é que eu tô fazendo com essa tal liberdade

Naquele tempo, eu ouvia o despertador tocar seis vezes todo dia de manhã, de 15 em 15 minutos, religiosamente. A coragem ia diminuindo a cada toque do abençoado – por mais singelo e acalentador que ele pudesse ser. Também tinha que fazer uma difícil escolha: comer ou dormir mais cinco minutinhos? Depois, tinha a briga diária com o ônibus, que passa somente quando tem vontade – e boa vontade – no ponto, debaixo do sol e sem cobertura.

Naquela época eu também tinha que contar o tempo de escolher, passar, vestir, desistir e começar a escolher de novo a roupa para sair. Tinha que cronometrar o tempo e calcular, oras, em quantos minutos eu tinha que reduzir o sono para poder escolher o traje, armar e desarmar a tábua de passar e estar apresentável. E o cabelo? Deixa para lá.

No começo, tinha todo um jogo de pincéis, bases, corretivos e pó. Ultimamente, a apresentação facial – graças a Deus e à dermatologista – se resumia a um corretivo para tirar as olheiras, insistentes, que teimavam em me deixar com cara de ontem.

Há uma semana, as preocupações mudaram. O despertador ainda insistia em tocar até ontem – lembrei só hoje de desativá-lo, imagina! Agora há planos para tudo: começar uma dieta – comecei! – dar sentido à minha vida de micro-empreendedora – www.cabeloempe.com.br – costurar, pintar, correr, ir ao banco, dar uma volta na praia e ficar na frente do computador.

Ah, esse costume eu ainda não perdi… Da semana passada para cá assistir uns 40 episódios de seriados de todos os tipos. Agora enfiei o pé na jaca de vez assistindo Bones – velho, mas tem nove temporadas, episódio para não acabar mais! No mais, programar viagem, pensar em passear, bater perna na Carlos Gomes, fazer até perfume!

Ai, a liberdade das férias! ❤

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// #tevecopa

mosaico_#tevecopaÉ, velho, teve Copa! Ah, e COMO teve! E pena que acabou… Teve história pra contar, teve a Fonte dos gols, onde a bola tinha um carinho e uma atração toda especial pelas redes. Teve alemão vestindo o manto tricolor, teve Angela Merkel tomando banho de folha – e garantindo a taça, ora pois! Teve a Laranja Mecânica holandesa invadindo Salvador e com certeza teve muito holandês se esbaldando na cerveja laranjinha…

Teve colombiano ocupando a Bahia sem grandes motivos aparentes e teve até promessa envolvendo David Luiz. Teve muuito grito, quase teve desmaio e teve emoção com a vitória sofrida sobre o Chile. Teve choro, teve tremedeira, teve até suicídio no Nepal. E teve vexame… 10 gols, dois jogos, PQP =/

Pois é… Teve 7×1 da Alemanha pra cima da Amarelinha… teve piada, teve gente xingando, teve Neymar jogando pôquer – é, teve Zúñiga quebrando a vértebra do nosso craque com uma joelhada.

Teve Irã x Bósnia, teve muçulmanos voltados pra Meca – ou, se alguém preferir, pra Fonte Nova, dá na mesma. Teve Espanha x Holanda, e teve 5×1. Teve Alemanha x Portugal, e um belo 4×0. Teve França x Suíça e teve europeu choramingando, por pouco tempo, no Pelourinho.

Teve Estados Unidos x Bélgica e teve americano, como nunca se viu antes, sofrendo por futebol. Teve vitória na prorrogação e teve gente (eu!) reclamando de não ver pênaltis na Fonte… Ah! Teve Holanda de novo, teve Costa Rica, teve Navas… teve a Laranja Mecânica fazendo outro tapete no Pelô!

Teve piada, teve zueira, teve bolão, teve Argentina na final! Ah, mas teve Alemanha campeã! Só não teve Brasil no pódio, nem com medalha no peito. Mas teve Brasil à frente da França, Espanha, Portugal, Itália… A gente trabalha com o que tem, né?

O melhor de tudo, desculpem os hermanos, é que não teve Papa Chico, não teve Sorin, Maradonna, não teve torcida de Neymar por Messi, nem Mick Jagger com boné da Alemanha, nem adiantou a cara feia dos argentinos. Teve foi vitória na prorrogação, argentino chorando na arquibancada e o elenco da Argentina fazendo o que não sabe no final do jogo: perdendo. Teve Messi arrancando a medalha, isso sim é vergonha… Acharam mesmo que iam levar a Copa aqui dentro?

Teve futebol, teve Costa Rica nas quartas, teve Navas treinando com bola de tênis, pô! Teve Copa, a nossa Copa, a Copa das Copas! E teve, e vai ter ainda, muita, mas muita história pra contar! Teve hashtag #tatendocopa pra caralho!

// eu e o iraniano, o iraniano e eu

Foto: APAbri a bolsa, peguei a carteira e tirei de lá R$ 20 – a propósito, o único dinheiro fora as moedas, porque eu tinha prometido que não ia sacar mais nada (pelo simples motivo de que quem não saca, não gasta 😉 ). Aí fui na fila do Mc Donald’s comprar aquela velha casquinha de R$ 2.

Do meu lado, para um iraniano. Sim, um iraniano de verdade, barbudo, cabelo ondulado, com a camisa do Irã e uma estola (?) / faixa com o nome do país pendurado no pescoço. Bem cara de petroleiro, mesmo. Milionário, podre de rico, A CARA DA RYKEZA. O objetivo do iraniano na fila: comprar uma casquinha de R$ 2.

Mas a criatura desfilava entre os caixas, procurando o menu, com uma verdadeira fortuna na mão, com tanta displicência que deu vontade de ir lá dar um sustinho. Eu lá, só então me dando conta que tava agarrada na minha nota de R$ 20 como se ela fosse sair correndo e embarcar na carteira do moço rumo a Teerã ¬¬

O ricaço iraniano andava tão despreocupado com aquela fortuna equivalente a uns três meses do meu salário, distribuído em notas de R$ 20, R$ 50, R$ 100, muitos euros, muitos dólares e três moedinhas de R$ 0,50, que até a moça do caixa tava com medo que o dinheiro saísse andando sozinho e fosse dar um passeio, tomar um banho de mar. Um verdadeiro clima de tensão instalado no ambiente e todo mundo achando que o homem ia fazer o oba oba gastronômico no shopping inteiro.

Desinfeliz, pagou com R$ 20, pegou o troco e nem se dignou a enfiar o dinheiro no bolso. Foi andando com o sorvete ameaçando pingar naquela fortuna que parecia ter pouca ou nenhuma importância pra ele. Nessa hora, quase que eu virei pra moça do caixa e disse:

– Binha, cobra a minha aí na dele também 😉

Mas me contive e me recolhi ao meu caminho de casa: eu, minha casquinha, meus R$ 18 e nada de iraniano. #tatendocopa

// bora, fabí!! (II)

unnamedÉ tempo de Copa do Mundo de Futebol. É, futebol, bola no pé, nada de botar a mão. Mas a Copa é no Brasil, e em se tratando de Brasil, a gente fala mesmo é de esporte. Se no ano passado, na Copa das Confederações, a então ministra da casa Civil Gleisi Hoffmann apelou pro marketing de emboscada e vestiu, em plena abertura do evento, uma camisa da seleção brasileira de vôlei – patrocinada pelo Banco do Brasil -, quem sou eu para não poder vestir a 14 de Fabí quando o país todo celebra o futebol?

Pois, vesti. Suíça e Equador já se enfrentavam há cerca de 15 minutos em Brasília quando eu peguei um short jeans e enfiei a primeira camiseta que encontrei na frente para ir procurar o que comer. A primeira camisa que eu encontrei foi minha menina dos olhos, a amarelinha nº 14, usada durante 12 anos na seleção feminina de vôlei do Brasil pela líbero Fabiana Alvim, a Fabí.

E, assim como aconteceu como quando eu a usei pela primeira vez, alguém gritou. Um sujeito que subia a Ladeira da Barra dentro de um Fiat Uno vermelho abriu o vidro, botou a cabeça pra fora e largou:

– BOOOOORA, FABIIIII!!!!

Acho que dessa vez o rapaz não achou que fosse a própria, batendo perna em Salvador. Mas o gritou do sujeito, no mesmo tom e na mesma empolgação do garotinho que até me pediu autógrafo um tempo atrás, mostrou o quanto vai deixar saudades a atuação da nossa líbero pela seleção. Eu, particularmente, não me lembro de outra líbero ter marcado tanto os jogos que, enquanto torcedora ferrenha, assisti roendo as unhas, de pé, na frente da TV.

Com certeza não assisti a todos eles, infelizmente, mas eis os números: Fabí entrou em quadra pelo Brasil 313 vezes e venceu 275 destas partidas, foi Bi-campeã olímpica, levou cinco edições do Grand Prix e duas pratas em Mundiais.

A presença de Fabí em quadra vinha sendo substituída, aos poucos, por Camila Brait, mas ainda é difícil pensar o Brasil sem Fabí por ali. É como Fernanda Venturini – substituível, mas difícil de se acostumar…

Na despedida, anunciada no dia 13 de junho no Centro de Treinamento da CBV, em Saquarema, ao lado do técnico, José Roberto Guimarães, e de colegas de Seleção – como Sheilla, Jaqueline, Fabiana e Thaisa, todas bi-campeãs olímpicas -, Fabí disse que vinha amadurecendo a ideia desde o ano passado. Mesmo assim, a decisão surpreendeu por acontecer a dois anos da disputa de uma Olimpíada no Brasil.

Foto: Divulgação / CBV

Foto: Divulgação / CBV

“Foi uma decisão muito difícil. Pensei nisso durante todo o ano passado e até esse momento. Refleti sobre o que eu já tinha feito na seleção brasileira. A minha relação com a seleção foi o melhor casamento que poderia acontecer. Tivemos dois filhos que foram duas medalhas olímpicas e procurei sair desse casamento com muita lucidez, estando consciente de que foi bacana, que deu tudo certo e que eu fiz tudo que tinha para fazer. Contribuí da melhor maneira possível e deixo uma história bacana. A minha missão foi cumprida”, disse Fabí.

O técnico Zé Roberto Guimarães disse que a equipe tentou fazer com que a líbero mudasse de ideia, mas…

“Tentamos mudar a decisão da Fabí porque a história dela se mistura com a história desse grupo. Ela superou muitas dificuldades e obstáculos para ser a jogadora que é hoje. A história dela é de empenho, dedicação e superação, principalmente nos momentos mais difíceis da carreira dela. Temos que respeitar a escolha e torcer para que ela seja muito feliz. No entanto, o importante é o legado e o exemplo de pessoa e atleta que ela deixa para todos. Ainda tenho esperança de contar com ela, pois a Fabi sabe o quanto ela é querida e que vai fazer muita falta. Agradeço muita tudo que ela fez pela seleção”, afirmou.

Todo o respeito à Camila Brait, que certamente assumirá o lugar de Fabí na seleção e que com certeza fará um ótimo trabalho. Mas, depois de 12 anos, Brasil sem Fabí é como a Copa de 70 sem Pelé e Garrincha, como 94 sem Bebeto e Romário…

 

// ensaio sobre a burocracia

juros-bancáriosQuem anda comigo sabe que eu sou péssima em fazer conta. Mas soma, subtração, multiplicação do salário e regra de três eu sei fazer. Só o necessário mesmo pra não levar pequenos calotes na vida e para não passar vergonha nas matérias que exigem uma continha ou outra.

Não sou matemática, não sou engenheira, nem professora, nem caixa de supermercado, nem caixa de banco. Mas o funcionário da Caixa Econômica Federal que me atendeu na sexta-feira passada era. E nada mais justo do que ele fazer o cálculo dos juros de um boleto bancário que o cliente chega para pagar e onde constam instruções de cálculo ao caixa. Não foi exatamente o que aconteceu.

Cheguei na agência da Caixa Econômica da Graça às 11h30. Três pessoas aguardavam para ser atendidas por dois funcionários. Aguardei por cerca de 10 minutos para que a máquina que imprime as senhas voltasse a funcionar e, finalmente, imprimisse a minha senha de atendimento. Depois de muita espera, percebi que o vigilante a quem eu tinha pedido ajuda tinha esquecido de mim – e das outras quatro pessoas atrás de mim na fila.

Quando ele finalmente lembra e eu consigo o meu papel, descubro que uma pessoa já tinha a mesma senha que eu. Educadamente, dei a preferência ao rapaz que chegou antes e, na minha vez, ouço a seguinte informação do caixa na minha frente:

– Você tem que calcular os juros na gerência.
– Mas está escrito aí como calcular, moço. Eu mesma calculo aqui…
– Você tem que calcular na gerência.

Perguntei se precisava pegar outra senha e ele me disse que apenas para o atendimento na gerência. Não tinha ninguém na minha frente, mas achar a gerente foi outro parto. E lá se iam 40 minutos de espera para pagar um boleto, no qual estavam escritas as instruções de cálculo dos juros ao “senhor caixa”.

Encontro a gerente e, olhando o meu boleto meio de lado, ela informa que vai precisar descobrir se o sindicato ainda é atendido pela agência. Mais 20 minutos até a moça voltar com o meu boleto com os juros calculados e o valor escrito a mão – A MÃO!! Nada de boleto nosso reimpresso ou algo que justificasse que os juros fossem calculados na gerência.

De volta ao caixa que me atendeu, consegui pagar o meu boleto 1h30 depois de ter entrado na agência. Os juros, que não poderiam ser calculados pelo caixa e nem por mim, equivaliam à incrível soma de R$ 2. E viva a burocracia!

// dinheiro, moeda, cheque, chave do apartamento…

moedasOtária chegou no ponto 9h15 e pegou o buzu às 9h20. Um verdadeiro milagre (!) numa manhã nublada de quarta-feira no Reino do Dendê. Plugou o fone de ouvido, escolheu a música Igual-Desigual (poema musicado de Carlos Drummond de Andrade na voz de Fernamda Ca), procurou um assento e achou: a janela da última poltrona do Rio das Pedras-Campo Grande R1.

A viagem seguia mais ou menos tranquila, mas algo dizia que aquela última poltrona, no fundo do buzu, não era lugar pra Otária andar. Ou melhor, ela lugar de otário andar, mesmo… Lá pelo ponto do Campo Santo, último antes que Otária descesse para ir trabalhar, uma voz ao fundo:

– Dinheiro, moeda…

O coração de Otária deu aquele solavanco e um cara entrou na parte de trás do buzu com a mão cheia de cédulas de R$ 2. O primeiro pensamento de Otária foi o celular, impossível de esconder, já que o fone estava à vista. O segundo, abrir a bolsa e pegar o dinheiro da carteira para dar ao “dono” que tava lá na frente gritando:

– Dinheiro, moeda, cheque, chave do apartamento…

O terceiro pensamento: tirar o fone na esperança que o cara não visse o celular. E aí Otária ouve o moço falando:

– Cinco paçoquita é R$ 1, batatinha é R$ 1, dinheiro, moeda, cheque, chave do apartamento, tudo paga!

Otária puxou a cordinha do ônibus e desceu logo, antes que o “dono” de verdade chegasse. Constrangimento total, mas lindo ia ser se Otária despachasse todo o rico dinheiro de final de mês na mão do vendedor de paçoquita às 9h40 de uma quarta-feira…

// os 10 mandamentos do Rei do Buzu

Montagem sobre foto d'O Globo

Agregando valor a este blog.

1. Guarda-roupa
Quem anda de buzu não devia se dar ao luxo de usar branco. Suja muito e você ainda corre o risco de chegar com cara de que pegou a roupa no balde de roupa suja e saiu de casa sem nem se olhar no espelho. Mas já que não tem jeito, melhor não gastar aquela calça branca que você comprou com o maior sacrifício. As da Riachuelo ou da Barroquinha estão de bom tamanho. Rei do Buzu que se preza seleciona a cadeira que vai sentar, de preferência as que não perderam o assento e ficaram com aqueles parafusos enferrujados. Ficar em pé é mais seguro nesses casos, mas ir sentado é status (statis?).

2. Mercedes-Benz
BTU e Central são mito, né? Em que outro buzu você tem a chance de ir sentado assistindo TV ou poder saber, num painel, qual é o próximo ponto? Mas é privilégio para poucos, porque nem todas as linhas são servidas. Outra coisa que agrega valor é o Beiru-T.Neves/Barra, que tem Wifi. A vantagem é que o valor é o mesmo. Não tem aquela coisa de variar de R$ 2,80 até o infinito (ainda…).

3. Serviço Exclusivo
O Rei do Buzu não compra qualquer bugiganga na mão dos vendedores ambulantes. Um bom frequentador já conhece os caras que inventam a mesma história todo santo dia, da filha que está internada no HGE até a guia que foi roubada. Comprar caneta para ajudar crianças carentes agrega valor à atitude.

4. Segurança
Segurança é uma coisa que não existe em lugar nenhum, mas o Rei do Buzu de verdade – não os outros, os invejosos – sabe com quem se relacionar. Num fim de linha de não-sei-de-onde, por exemplo, puxa papo com o motorista, com o cobrador. Segurança mesmo é sentar mais na frente, porque em qualquer emergência, dá para descer rapidamente. Tem que cuidar da integridade física da vida e dos bens.

5. Guaramix
Eu vou ser sincera com a questão do Guaramix. Eu prefiro a água, mas o Guaramix é status, entendeu? Até porque existe toda uma preparação, porque quando você pede o Guaramix, elas te olham como se você fosse meio atleta, e isso chama a atenção no buzu. Sem contar que é mais caro…

6. Famosos
Conhecer o motorista e o cobrador é fundamental. No final do dia, o Rei do Buzu sempre senta de camarote na primeira cadeira do buzu é fica de papo com o motorista – só quando o sinal está fechado, para não atrabalhar (aonde…). Conhecer os artistas de buzu também é fundamental. Pareta, Arthur, Onofre, o argentino do arrocha… Agrega valor a tudo: à sua linha, à sua cadeira, aos seus R$ 2,80.

7. Mulheres
Buzu tem que ter mulheres, mulheres bonitas. Porque não faz sentido você ter tudo aquilo ali e não ter as mulheres. É como você comprar um iPhone e não ter crédito. Sabe uma coisa? Mas aí eu acho que pode dar cana… Eu já transei no buzu… Lá no fundão, no pernoitão, Barra 1-Estação Mussurunga… pena que o buzu não tem banheiro…

8. Música
O Rei do Buzu que não tem uma caixinha de som com entrada USB não é um Rei do Buzu. Tem que ter Psirico, Black Style, Robysão, A Bronkka… No frescão rola uma MPB, também. Sempre rola um DJ de Buzu, e tem uns profissionais.

9. Instagram
Se não tiver Instagram, não é legal. Mas aí é aquela coisa. Se tiver o iPhone ou o Android e não tiver crédito, é como não ter, porque você não tem como postar, como divulgar suas fotos, seus vídeos dos acidentes, das manifestações, dos engarrafamentos, das brigas, dos famosos (seus amigos), da cidade alagada…

10. Invejosas
Quem não queria andar andar num buzu vazio, vendo TV, ouvindo música, usando wifi, conversando com os artistas, rodeada de gente bonita? Eu sei que muitos vão me criticar, mas, enfim, eu vejo isso como uma inveja.