(Quase) Nada

A Temporada no Inverno de Arthur Rimbaud me apareceu no finalzinho do inverno – quase primavera. Sem bestas, sem corações partidos e sem sangue. Restam os passos vazios e submissos a mentiras e segredos – sacros, quiçá escondidos por trás de vasos de flores, pequenos trechos guardados a sete chaves e um infinito cheio de lembranças caladas. Nada como viver a vida, com pequenos demônios e duas ou três coisas que sei a respeito dele…
Continuar lendo

Anúncios